Para ver

La la land faz jus as indicações e aos prêmios que levou. É mais uma “masturbação” ao cinema das antigas, pegando em cheio o coração de quem é cinéfilo? Com muita certeza. Mas é de um capricho singular ao fazer isso, do primeiro verso cantado ao desfecho, não tão inesperado, mas gostoso por ser “fora da caixa”. Moonlight, se mereceu o oscar de melhor filme pela ideia e pela estrutura, que realmente te coloca com uma intensidade diferente na “quarta parede” da interação com filme. Eu não tinha assistido Dia de treinamento, e aí entendi porque o Denzel W. é um monstro.

Black Mirror e Westworld fazem jus, muito jus, à todo o seu hype. E pra quem é descrente com o futuro da humanidade, pode ficar pronto pra baixar o sarrafo da sua descrença. Mas não vai deixar de terminar a série :)

Para ouvir

John Mayer segue a formula de encontrar dentro de si inspiração para as letras, e as 2 de 3 partes de “The search for everything” é de pegar o fã em cheio. Tem tudo do melhor que ele já tinha lançado e luz novas sobre sentimentos pertinentes a todos que vivem na intensidade “certa” seus relacionamentos. Dar certo ou não é outra conversa…

A Eldorado FM, de São Paulo (eu e a minha surpreendente conexão com sampa… algo ou alguém sempre me fazendo pensar lá), é de um ecletismo que me conquistou. E, das rádios que costumo ouvir, é a que tem a maior “harmonia” entre vozes (locutores), programas e programação.

Para ler

Uma história interessante sobre “todo tempo é tempo” pra quem quer fazer, e que a imortalidade tá “logo ali” de nós.

sem música! Você conhece os demais posts desta série clicando aqui.

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